Uma trégua boa para o Brasil
08/03/2019
Uma trégua boa para o Brasil Data de publicação:08/03/2019 Dinheiro farto e juros baixos no mundo rico são um raro fator favorável num quadro internacional marcado por tensões comerciais, protecionismo em alta e crescimento em baixa na maior parte das grandes economias. O mercado financeiro global já foi mais tranquilo numa fase recente, mas alguma calma é previsível neste ano - uma bênção para o governo brasileiro, forçado a cuidar ao mesmo tempo da reforma da Previdência e da reativação de um país em marcha muito lenta. Na zona do euro, os juros básicos deverão ficar inalterados até o fim do ano, segundo anunciou o Banco Central Europeu (BCE). Nos Estados Unidos, a taxa básica, elevada em janeiro para a faixa de 2,25% a 2,50% ao ano, deverá subir mais devagar que nos últimos anos, segundo têm indicado os dirigentes do Federal Reserve (Fed), responsável pela política monetária americana e, portanto, com enorme influência nas condições internacionais de crédito, de investimento e de formação do câmbio. As informações estão em editorial publicado na edição de hoje do O Estado de S. Paulo . Fonte:O Estado de S.Paulo

Uma trégua boa para o Brasil

Data de publicação:08/03/2019

Dinheiro farto e juros baixos no mundo rico são um raro fator favorável num quadro internacional marcado por tensões comerciais, protecionismo em alta e crescimento em baixa na maior parte das grandes economias. O mercado financeiro global já foi mais tranquilo numa fase recente, mas alguma calma é previsível neste ano - uma bênção para o governo brasileiro, forçado a cuidar ao mesmo tempo da reforma da Previdência e da reativação de um país em marcha muito lenta. Na zona do euro, os juros básicos deverão ficar inalterados até o fim do ano, segundo anunciou o Banco Central Europeu (BCE). Nos Estados Unidos, a taxa básica, elevada em janeiro para a faixa de 2,25% a 2,50% ao ano, deverá subir mais devagar que nos últimos anos, segundo têm indicado os dirigentes do Federal Reserve (Fed), responsável pela política monetária americana e, portanto, com enorme influência nas condições internacionais de crédito, de investimento e de formação do câmbio. As informações estão em editorial publicado na edição de hoje do O Estado de S. Paulo .

Fonte:O Estado de S.Paulo